O Regimento Interno para Realização das Audiências Públicas do Plano Salvador 500, PDDU e Louos foi aprovado em votação nesta quarta-feira (15) durante audiência pública realizada pela Prefeitura no Teatro Sesc Casa do Comércio. Além de garantir transparência e democracia, o regimento tem objetivo de organizar e dar segurança jurídica a um dos principais processos de discussão com a sociedade, que é a audiência pública.   "Tivemos um avanço importante na construção do planejamento da nossa cidade", avalia Silvio Pinheiro, secretário de Urbanismo e coordenador geral do Plano Salvador 500. "A elaboração e aprovação do regimento são imprescindíveis para o bom andamento do processo, que queremos amplo e democrático. É importante destacar que o documento aprovado é resultado de um processo participativo e traz em si regras que garantem e ampliam essa participação".   Durante essa 2ª Audiência Pública do Plano Salvador 500, PDDU e Louos, a presidente da Fundação Mario Leal Ferreira e coordenadora técnica do Plano, Tânia Scofield, apresentou os resultados do 1º Ciclo de Oficinas de Bairros, realizado em novembro e dezembro de 2014, e o cronograma de trabalho do Plano Salvador 500. "Os frutos dessas 17 oficinas são riquíssimos e foram coletados a partir da participação espontânea dos moradores de cada localidade do município, que apresentaram suas percepções, experiências e anseios acerca da cidade e do bairro onde moram", diz Tânia Scofield. "O resultado desse trabalho compõe a base de estudos do planejamento de Salvador".   O evento teve participação da promotora do Ministério Público do Estado da Bahia, Hortênsia Pinho, dos vereadores Orlando Palhinha, Kátia Alves, Cláudio Tinoco e Geraldo Junior, representando a Presidência da Câmara e a Comissão Especial de Acompanhamento do Plano Salvador 500. Participaram também representantes do Conselho Municipal de Salvador,  do Sinduscon,  da IAB-BA, do CAU, da Fetracon, de associações de moradores e de outras entidades representativas, bem como estudantes, professores,  advogados, arquitetos, engenheiros e o público em geral. Toda discussão foi traduzida por um intérprete de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais).